A vacina em que o governo federal mais apostou, desenvolvida pela universidade de Oxford e fabricada pela empresa AstraZeneca em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, do Brasil, só vai poder ser entregue em março. O motivo é o atraso na entrega do principal ingrediente usado na fabricação do remédio, que está retido em uma empresa na China.
A aposta do governo para não parar a vacinação, que começou com as vacinas chinesas desenvolvidas pelo Instituto Butantan, e compradas pelo governo de São Paulo, é um lote de dois milhões de doses que chegariam da Ìndia, mas acabaram retidas pelo governo daquele país. O governo brasileiro diz que as negociações estão andando e espera que as doses da vacina sejam liberadas ainda esta semana.
O Instituto Butantan ainda tem quase 5 milhões de doses prontas, mas precisa de autorização do governo para usa-las. A Anvisa, instituição que dá essa autorização informou que vai responder o pedido até o dia 29.






















































