Desde que começou a vacinação contra covid, há 15 dias, somente em Minas Gerais já foram registradas 515 denúncias relacionadas a irregularidades na campanha. Desse total, 296 estão relacionadas a pessoas que furaram a fila de prioridade durante a campanha.
Dentre os casos investigados estão o de uma diretora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Saúde do Estado de Minas Gerais, que recebeu a vacina destinada a profissionais que estão atuando na linha de frente dos hospitais, mesmo estando afastada da unidade de saúde onde trabalhava para exercer o mandato sindical.
Outro caso é de um secretário municipal em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, que também teria furado a fila. Ele foi exonerado do cargo. Outra irregularidade que também está sendo investigada pelo Governo de Minas é o desaparecimento de seis doses da Coronavac da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte. Uma servidora foi afastada do cargo.























































