Quando a justiça erra, quem responde por isso? Essa é a pergunta que muitos estão fazendo diante da tragédia acontecida no Rio de Janeiro onde uma policial militar matou a própria irmã a tiros. Ela só entrou na polícia porque a justiça obrigou a corporação a aceitar a mulher nos seus quadros. Ela tinha sido reprovada no processo seletivo da corporação durante a fase de exame social e documental.
Segundo a certidão de reprovação admitiu ter usado drogas em festas, nas quais teria ingerido “maconha, LSD, ecstasy entre outras drogas”. Durante a entrevista pessoal, a candidata informou que teve diversas desavenças com o pai, “pelo fato de o mesmo não concordar com as coisas erradas que fazia”. Além disso, ela se relacionava com um homem ligado a uma organização criminosa. Mesmo assim, a justiça mandou que ela tomasse posse como policial. A PM está presa por homicídio.
























































