O aborto para vítimas de estupro voltou a ser assunto no Brasil nos últimos dias. A última vez que o assunto tomou conta do país foi há mais ou menos dois anos, em São Mateus, onde um homem de 33 anos estuprou e engravidou a sobrinha de 10 anos. A gestação da menina foi interrompida com autorização da Justiça. Mas a cirurgia só foi feita em Pernambuco. Médicos da região se recusaram a fazer. Mesmo assim, manifestantes protestaram do lado de fora da clinica em que o procedimento foi realizado. O tio da menina de São Mateus foi condenado a 44 anos, três meses e cinco dias de prisão.
Agora surge um novo caso, em Santa Catarina. Uma menina, também de 10 anos, foi vítima de violência sexual e até agora está impedida de fazer o aborto, mesmo sendo legal e permitido por lei. Uma juíza vem impedindo o processo, segundo informa a imprensa nacional. O Tribunal poderá afastar a juíza depois que o caso ganhou repercussão nacional. Advogados dizem que a justiça de Santa Catarina fez com que a criança sofresse vários tipos de violência, além do estupro. Somente ontem, depois da repercussão do caso, a menina voltou para a casa dos pais.
























































